quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Religião não define caráter"

Após causar polêmica em vários países, é lançado em Porto Alegre outdoors que pregam contra o preconceito aos ateus e agnósticos. O recurso financeiro para realização dessa campanha foi arrecadado por doações de membros da ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos). A expansão do projeto se vê dependente de mais contribuições para atender outras cidades do país. 


A propaganda que temos acima é o que está veiculado nos outdoors de Porto Alegre, ela tenta passar a mensagem que religião não define caráter, ou seja, acreditar em Deus não significa que você será uma pessoa melhor do que aquela descrente. Muitos fanáticos religiosos acreditam que a salvação está somente em seu deus. Não estou aqui para condenar pessoas que seguem religiões que pregam o fanatismo, fundamentalismo, e as que indiretamente se pautam em objetivos financeiros, estou aqui para mostrar o devido respeito que todos devem usufruir.
Se você caracteriza os que não acreditam em Deus como “anticristo”, “do capeta” e se acha infinitamente superior a essas pessoas, cuidado! Você está sendo preconceituoso, e não me lembro disso ser "permitido" na bíblia, embora muitas religiões cristãs repudiam os homossexuais por exemplo. A sociedade tem um grande problema, a generalização. Desde quando Ateu odeia Jesus ou seus seguidores? Há exemplos isolados e lamentáveis que são usados por certas religiões e ensinamentos para "educar" e impor os fieis desde criança. Repare o vídeo a seguir para exemplificar o que eu estou falando.
Eu me considero Cristão, mas não ligado a religiões. Eu creio que toda a forma de tentar institucionalizar algo que mexe com a fé de cada pessoas nunca deu e nem poderá dar certo, eu tenho a minha própria crença e respeito as pessoas que tem outras ou que não tem. O que falta para o mundo ser mais sociável são pessoas que saibam respeitar o próximo e que enxerguem o caráter independente do que a pessoa faz ou é.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Calamidade na Educação: A culpa é somente do Estado?

Olá, resolvi criar esse blog por dois motivos. O primeiro é que eu sinto a necessidade de praticar esse ofício da escrita para aprimorar  e ficar mais afiado para a profissão que eu escolhi, o Jornalismo. Segundo, é pelo sentimento de ausência de um espaço para analisar os fatos da sociedade de forma mais geral e reflexiva.
Para inaugurar meu blog, escolhi um assunto que sem dúvida é responsável pelo futuro de qualquer país: A Educação. Recentemente, o assunto está nas rodas de discussões devido a professora do Rio Grande do Norte, Amanda Gurgel, relatar em uma audiência pública a situação vexatória do ensino público no seu estado. Se você não viu, veja:
Uma coisa é certa, essa não é uma situação exclusiva do Rio Grande do Norte, é do país inteiro. Mas é certo culpar apenas o Estado da situação deprimente da educação no Brasil? Os próprios professores, os alunos, os seus familiares são apenas vítimas desse sistema falido de ensino?
É importante ressaltar que se fosse feito uma pesquisa pública para se conhecer quem são os responsáveis pela precariedade da Educação no país, é obvio que o Estado figurado no papel dos políticos seria citado em disparado em primeiro lugar. Talvez outras opções nem seriam lembradas.
A culpa do Estado está no pouco valor que se investe na Educação nesse país. Aliada a precárias estruturas, os baixos salários dos professores os deixam desmotivados de cumprir com essa bela e fundamental profissão. Mas culpar o Governo da total responsabilidade é um equívoco, precisa-se também dar valor a importância da presença dos familiares na vida do filho e do estudante, para que não se credite na escola o verdadeiro papel de EDUCAR que é de responsabilidade dos pais e não da escola e dos professores.
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